Sustentabilidade por trás de uma estação de tratamento de água

A água é um elemento essencial à vida no nosso planeta, além de ser um insumo extremamente importante para as atividades econômicas, como as agrícolas e as industriais, por exemplo. Sua importância pode ser quantificada com base em sua porcentagem de participação no nosso organismo, ou também na composição do planeta Terra: ambos são compostos por cerca de 70% de água. Esses 70% de água em nosso planeta correspondem a cerca de 1.358.099.876 km3 de água, sendo 97,24% água salgada e 2,76% água doce.

Nota-se que, embora o nosso planeta seja abundante em água, a quantidade de água doce e, portanto, passível de ser consumida de uma forma mais direta por nós, é bastante pequena quando comparada à quantidade de água salgada. Destes 2,76% de água doce, 77% se encontram na forma de gelo nos polos e topos das montanhas, 22% como água subterrânea, e 1% na forma de lagos, rios e riachos. Por isso, é muito importante preservamos a água potável disponível para consumo, e buscarmos alternativas para o seu reaproveitamento.

Falando em água potável, você sabe como podemos torná-la própria para o consumo humano? No Brasil são utilizadas diversas técnicas para essa finalidade, mas a técnica convencional e amplamente empregada na maioria das Estações de Tratamento de Água (ETA’s) apresenta as seguintes etapas:

  • Coagulação e Floculação: as impurezas são agrupadas pelo uso de um coagulante (geralmente Sulfato de Alumínio ou Cloreto Férrico), formando flocos. Uma prática comum desta etapa é a utilização de um alcalinizante, para ajuste do pH e para que a coagulação ocorra de forma eficaz.
  • Decantação: nesta etapa os flocos formados são separados da água pela ação da gravidade. A água segue para uma etapa de filtração.
  • Filtração: As unidades filtrantes são constituídas por meios porosos granulares formados por areia, antracito e granada, ou ilmenita, que são capazes de reter e remover as impurezas ainda presentes na água.
  • Desinfecção: a desinfecção é responsável pela eliminação de microrganismos, a qual é feita com um agente desinfetante (cloro, ozônio, ou ainda luz ultravioleta). Um ajuste do pH pode ser feito ao final do processo, para evitar corrosão e/ou incrustação das tubulações, sendo aplicados agentes alcalinos a base de cálcio, sódio, ou agentes ácidos como ácido sulfúrico ou ácido clorídrico.
  • Fluoretação: finalmente, aplica-se compostos a base de flúor para prevenção da cárie dentária (fluossilicato de sódio e ácido fluossilicico). Esse tratamento convencional permite que transformemos a água doce em água própria para o consumo humano.

Há ainda outras técnicas de tratamento, algumas das quais podem inclusive dessalinizar a água salgada, que é bastante abundante, transformando-a em água potável: osmose reversa, destilação térmica, troca iônica, adsorção em carvão ativado etc. Entretanto, essas técnicas têm maior custo para implementação quando comparadas ao processo convencional aplicado em uma ETA, o que encarece o valor final da água.

Inúmeros são os meios de tratamento para que a água se torne própria para o consumo, no entanto, é necessário que tenhamos a consciência de que é preciso minimizar o seu consumo, reaproveitá-la sempre que possível, e também tratar os efluentes líquidos gerados nas atividades humanas visando os menores danos possíveis à fauna e flora. Quando a minimização do consumo não é possível, é necessário que tomemos medidas sustentáveis de tratamento, que incluem os métodos citados anteriormente. Devemos nos atentar que as técnicas de tratamento de água sempre têm o seu custo tecnológico, e que o tratamento da água nem sempre é simples e barato. Associados aos custos de tratamento, também devemos lembrar que a água encontrada na natureza e que está disponível para consumo direto é um recurso bastante limitado, e que por isso deve ser utilizada e consumida de maneira consciente e sustentável.

A Usiquímica participa do ciclo de uso sustentável da água, e contribui para o seu reaproveitamento, sendo fornecedora de produtos que podem ser utilizados para o tratamento da água em uma ETA.

 

Produtos produzidos pela Usiquímica:

Dentre os produtos que compõe o portifólio da Usiquimica, destacam-se:

Ácido clorídrico 33%: utilizado para neutralizar efluentes;

Barrilha leve: utilizado para ajustes de pH durante o processo de tratamento dos efluentes.

Hipoclorito de sódio: utilizado como agente biocida e alvejante;

Soda cáustica: utilizada no ajuste de pH e para tratamento de efluentes;

 

Com esses e outros produtos que fazem parte do seu portifólio, a Usiquímica pode contribuir significativamente para a sustentabilidade no tratamento da água.

 

Saiba mais sobre os produtos em Produtos Usiquímica.

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